12/07/2006

Trovoada #5


Acordei animada para aproveitar meu primeiro dia de férias. Sonhei que tinha ido ao cinema e fiquei com vontade de ir. Vim procurar algum filme e percebi que não tem nenhum filme bom passando na telona. Pelo menos nenhum título que me atraia. Decepção total.
Alguma sugestão?

12/06/2006

Sobre os Fones de Ouvido


Hoje, voltando pra casa de ônibus, sem ter o que fazer reparei no novo acessório que surge como tendência no mundo da moda: O fone de ouvido. Essa é a afirmativa que minha imaginação e minha ironia me permitem fazer. Os modistas que me perdoem se estiver cometendo um engano.
Mas o fato é que em um intervalo de 30 minutos, contei 65 pessoas usando fones de ouvido (contando comigo, claro) e isso me fez refletir sobre o mundinho paralelo que criamos para viver.

Este aparelho minúsculo nos permite fugir da poluição sonora coletiva e nos incentiva a criar nosso próprio lixão, que pode ter uma variabilidade de 100 ou mais músicas o que equivale a 3 ou 4 horas de barulho. A vantagem é claro, está na possibilidade de escolher o que despejaremos em nossos ouvidos, sem contar que dependendo do volume significa adeus às buzinas descontroladas e às cantadas indesejáveis.
Estou à espera de um óculos que me permita a escolha do que enxergar. Enquanto isso, vou ficando surda aos pouquinhos, entre Bethoven (que coincidência!) e a cantata de natal.

12/05/2006

Pepa?



"...porque Pipa é nome de pipa, Pepa que é nome de gente."

Ou alguma coisa do tipo...

Será que eu chamo errado?

12/02/2006

Como nascem os poemas?

Outro dia me perguntaram: “como nasce um poema?”. Achei a pergunta interessante, mas nunca me senti mãe de meus poemas, acho que estou mais pra irmã.
Mas respondi poeticamente:

O poema vem do vento,
do sentimento.
Às vezes está perdido no ar.
Às vezes é preciso ter sorte
ou ser sensível
(às vezes as duas coisas),
pra encontrar.
Mas um poema
nunca é poema no primeiro momento.
É antes um pensamento.

Ou será que é ao contrário?