9/13/2008

Mania adiquirida


O leitor vai me perguntar a utilidade deste post. Então, logo de cara eu vou dizer que utilidade mesmo não tem nenhuma. Mas é que hoje tudo tá sendo motivo pra postar. êta vontadezinha esquisita essa.

Então aproveito a oportunidade para contar minha nova mania.

Eu poderia ter me rendido aos esmaltes vermelhos, como fez a Carol, ao Nescal para curar tosse, como fez a Helen, e até mesmo às cores sutis de um batonzinho ou brilho, pra me deixar com mais(quer dizer, alguma) boca. Mas não, eu estou "viciada" em passar protetor labial. É só meus lábios secarem que eu tiro do bolso (ou da mochila) um bastãozinho de hidratante labial sabor menta. O ritual se repete várias vezes por dia.

Um recadinho para aqueles que esperam me ver mais vaidosa um dia: quem sabe isso não evolui para um batonzinho básico, ne?!


errr... acho que não. Por enquanto.

Intelectuando

Momento de compartilhar nerdices. Adoro!
Não tenho costume de postar muitas fotos de mim por aqui, mas sei la... Deu vontadezinha de postar alguma coisa e como gostei dessa foto (não pela "fotogeneidade" mas pelo momento), resolvi colocar ela aqui.

9/11/2008

Trovoada #13

Um é pouco?
Diretamente da aula de jornalismo opinativo.
Já ouvi dizer que brasileiro é um povo exagerado. Não é à toa que cantava Cazuza, “exagerado, eu sou mesmo exagerado...”. A gente gosta mesmo de um exagero. Pra isso tomamos um Engov antes, outro Engov depois, não é mesmo?

Essa semana lemos, vimos e ouvimos exageradamente o cúmulo do exagero. Um casal que mata um filho e depois mata o outro, matam duas vezes. Até quando vamos continuar dizer que um é pouco e dois é bom? Então quer dizer que a morte dos irmãos João Victor, de 13 anos e Igor, de 12 está dentro do limite permitido? Começo a pensar então na possibilidade da criação para um novo limite entre o pouco e o demais.

Enquanto esse limite não é estipulado por quem quer se esteja encarregado desta tarefa, pensemos então nos nossos limites. Até porque “matar” um filho, quer dizer, dois filhos, não pareceu ser suficiente. O senhor e a “má-drasta” tiveram também que sufocar, esquartejar e então, finalmente queimar os pedaços de criança para não deixar vestígios da morte. E a morte por si só não é um exagero? Será que não passou pelas cabeças tão calculistas desses pais a falta exagerada que cometeram? Não, não deve ter passado. Prefiro acreditar que não passou.

Uma coisa é fato: no meio de tanto exagero teve algo que foi pouco. O motivo. Os meninos foram mortos por gerar conflitos entre o casal. Esse motivo não lhe parece exageradamente pequeno? É incrível como o pouco tem capacidade de se transformar em um grande acontecimento. Leia-se grande como em proporções e não como em exuberância.


Daí vem o outro lado do exagero. As coisas que nos são mostradas. As marcas de sangue, as paredes escurecidas pelas chamas do fogo, os sacos de lixo com os pedaços de criança, dois assassinos cruéis acusando um ao outro tentando se isentar da culpa exagerada que levaram. Uma madrasta e um pai chorando arrependidos por terem matado, esquartejado, queimado, não só uma, mas duas vezes.

Um é pouco? Dois é bom? Com certeza três seriam demais.

O pior é que não há Engov que desembrulhe o estomago depois disso tudo.

9/10/2008

No estúdio


Tem dias na vida da gente que não precisamos de mais nada. A sensação é de desafio conquistado. Tarefa feita. Coisa boa pairando no ar.
Hoje no estúdio, finalmente juntamos os "pedacins" de nosso quebra cabeça. Ficou tudo tão bonito como as pinceladas de Monet e as cores de Guingnard.
Mais uma vez, sem palavras para agradecer a parceria dos amigos.
Rumo ao festival!!!